A Sessão de Sexo que parou o Congresso

Sylvia Kristel e a luta para liberar Emmanuelle na Ditadura Militar


A Subversão Pelo Prazer

Milo Manara

Formato: 14x21 cm, 304 páginas

Neste volume dirigido para quem estuda ou é fã de histórias em quadrinhos, Gonçalo Junior não escreve exatamente a biografia do maior gênio do erotismo dos quadrinhos mundiais de todos os tempos. O que se tem aqui é uma mistura densa e reveladora de perfil, impressões do artista e do autor, análises e relatos de fatos que marcaram sua carreira e influenciaram sua formação artística. Em especial, dá ênfase à censura moral e religiosa contra seus álbuns de temática sexual, que chocam alguns e encantam muitos. É um estudo pioneiro no mundo para se conhecer melhor sua vasta obra e importância para a história dos comics. Vai agradar a quem gosta de Manara ou dá oportunidade para quem não o curte mudar de ideia.


“Poucos quadrinistas foram tão ousados – e censurados – como Milo Manara. O livro traça um importante paralelo entre o autor, Veronese e Fellini.”

— O Estado de S. Paulo


Até Que a Morte Nos Separe

Formato: 16x23 cm, 52 páginas

Preço: R$ 42,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

Quem nunca teve um amor que jamais conseguiu tornar real? Pior ainda, quando duas pessoas se amam intensamente, mas o destino, de forma cruel, impediu que isso acontecesse? Nessas três pequenas obras-primas, desenhadas de forma magistral por Julio Shimamoto, com roteiros de Gonçalo Junior, o leitor encontra exatamente essa abordagem. São histórias para tocar o coração, diante da certeza que algumas paixões duram até que a morte as separe.



Eu Não Sou Lixo

A trágica vida do cantor Evaldo Braga

Formato: 14x21 cm, 308 páginas

Preço: R$ 49,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

Em apenas três anos de carreira, entre 1970 e 1973, o cantor Evaldo Braga gravou dois LPs. Conseguiu emplacar sucessos como A Cruz que Carrego, Mentira, Eu Não Sou Lixo e seu maior hit, Sorria, Sorria. Aos 25 anos, porém, ele morreu em um acidente de carro. Este livro revelador conta a intensa vida do astro, a partir de dezenas de entrevistas e minuciosa pesquisa, e compõe um retrato sem preconceito do nascimento da música brega. Um livro que já nasceu indispensável.

“A música brega, assim como Evaldo, não eram um lixo. Muito pelo contrário, ele era um grande cantor.”

— Gonçalo Junior


Famigerado!

A história de Luz Vermelha, o bandido que aterrorizou São Paulo nos anos de 1960

Formato: 16x23 cm, 416 páginas

Preço: R$ 74,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

Por mais que João Acácio Pereira da Costa, o Bandido da Luz Vermelha, tenha se tornado o mais famoso criminoso da crônica policial nacional em todos os tempos, a conclusão ao se ler este livro é que quase nada até então se sabia sobre ele. Por um motivo simples: os mais de oitenta processos que correram contra ele na Justiça Criminal de São Paulo, entre 1967 e 1975, aconteceram em segredo por ordem de um juiz, para proteger a honra das mais de cem mulheres de parte das famílias mais ricas da capital paulista, estupradas por ele. Durante mais de meio século, 23 mil páginas dessas ações permaneceram esquecidas. Sobre elas, Gonçalo Junior se debruçou, depois de fotografá-las uma a uma, além de consultar laudos psiquiátricos e entrevistar várias pessoas, inclusive uma vítima que sobreviveu por milagre, depois de levar um tiro a um centímetro do coração e rompeu o silêncio para esta obra. Famigerado! é o relato impressionante e revelador de uma das mentes mais assustadoras e cruéis da história criminal brasileira. Um relato que vai deixar o leitor atordoado.

COM PREFÁCIO DE GIL GOMES

“Na tradição dos grandes livros sobre crimes verdadeiros, Famigerado! conta uma grande história. E o mais impressionante: completamente verdadeira. ”

— André Barcinski


Institucional Noir


Literarte

Uma Livraria Fora da Ordem na Ditadura Militar


Memórias de Madame Satã

João Francisco dos Santos


O Deus da Sacanagem

A Vida e o Tempo de Carlos Zéfiro

Formato: 14x21 cm, 384 páginas

Preço: R$ 59,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

Em 1999 a revista Playboy estampou em suas páginas uma matéria que iria abalar o cenário cultural da arte erótica brasileira. A matéria trazia, depois de décadas de mistério, a verdadeira identidade do mais famoso autor de quadrinhos eróticos do Brasil: Carlos Zéfiro. Durante as décadas de 1950 a 1970 os famosos “catecismos” eram passados de mão em mão como um segredo de estado. Mas seria mesmo o funcionário público Alcides Aguiar Caminha o famoso Zéfiro? Ou haveriam “vários” Zéfiros? Ou ainda, seria possível que o verdadeiro autor que influênciou e ainda influência diversos artistas brasileiros, fosse outra pessoa, que nunca teve coragem de se apresentar como tal? Todas essas respostas e muito mais você encontra nessa deliciosa biografia.

Prefácio de Franco de Rosa

PRODUTO ESGOTADO


Pra que Mentir?

Formato: 14x21 cm, 404 páginas

Preço: R$ 59,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

O paulistano do Brás Oswaldo Gogliano, o Vadico (1910-1962), por acaso foi parar no Rio de Janeiro, em 1930, como arranjador de uma companhia de teatro de revista e nunca mais voltou. Transformou-se no principal parceiro de Noel Rosa, autor das melodias de clássicos como Feitio de Oração, Feitiço da Vila, Pra que Mentir?, Conversa de Botequim, Cem mil-réis e Provei, entre outras. Noel morreu em 1937, aos 26 anos, e Vadico seguiu sua vida. Foi para os Estados, tocou com Carmen Miranda, fez filmes, viajou pelo mundo e voltou ao Brasil para se tornar um respeitado maestro. Mas pouco se sabe da sua vida. Até o lançamento desta biografia, de Gonçalo Junior.

“Há uma tendência em alguns círculos a insinuar que ‘sem Vadico, Noel não seria o que foi’. Isso é besteira. Noel seria Noel de qualquer jeito. Já Vadico foi mais Vadico com Noel.”

— Ruy Castro



Quando Éramos Iguais Memórias da geração que usou Kichute

Organizador: Gonçalo Junior

Formato: 14x21 cm

Ilustrações: @RL76

Se você foi criança entre a segunda metade da déacada de 1970 e 1980 certamente conhece o calçado que marcou uma geração que sonhava ser Zico ou Rivelino. O Kichute era a chuteira da molecada que jogava bola “na rua”, era uniforme escolar, era sonho de consumo e uniforme dos funcionários de limpeza pública. Tudo ao mesmo tempo. Neste livro uma série de personalidades conta em 52 crônicas como foi sua relação com esse ícone, com emoção, alguns dramas, e claro, muito humor.

"O Kichute era uma espécie de rebento pardo, filho de pai tênis com mãe chuteira, um animal negro e híbrido, imponente como uma pantera, que atuava igualmente tanto em jogos em campos ou em quadras."

Leo Nogueira – Compositor e poeta


"Tínhamos o calçado como um símbolo da democracia brasileira em plena ditadura militar. Democracia? Andávamos todos iguais. (...) Lembrar do Kichute é um exercício quase psicanalítico, a lembrança de que o menino é o pai do homem, e que a democracia do chulé será sempre uma ilha de conforto, num país tão desconfortável."

Fábio Altman – Jornalista


Rodolfo Zalla

O Sentido de Tudo

Formato: 14x21 cm

O argentino Rodolfo Zalla foi um dos nomes mais importantes dos quadrinhos brasileiros. Por uma série de feitos notáveis como, por exemplo, a implantação no mercado de um sistema profissional de produção para atender as editoras. Coube a ele, também, levar os comics para os livros didáticos – tarefa que exerceu por mais de quatro décadas em importantes editoras. Nesta biografia intimista, ele fez um balanço dos seus cinquenta anos de carreira e forneceu raro testemunho sobre as historietas em seu país e no Brasil, para onde se mudou às vésperas do golpe militar de 1964. Fartamente ilustrado com fotos, desenhos e documentos, este livro revela ainda os bastidores das pequenas editoras paulistanas dos anos de 1960 e a experiência do artista como editor das clássicas revistas de terror Calafrio e Mestres do Terror.


Sick da Vida

As Grandes Entrevistas de Henfil


Tudo não passou de uma Ideia Editorial

A história de uma editora de gibis que durou apenas sete meses


Um Coração que Chora

Jacob do Bandolim

Formato: 16x23 cm, 672 páginas

Preço: R$ 119,99 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

Jacob Pick Bittencourt, o Jacob do Bandolim, tinha um segredo que não mediu esforços para esconder ao longo dos seus breves e intensos 51 anos de vida: o fato de ser filho de uma ex-prostituta e cafetina judia polonesa que atuava no boêmio bairro da Lapa nas primeiras décadas do século XX. Isso fez com que o futuro gênio do choro crescesse em um ambiente pouco recomendado do ponto de vista moral. Não impediu, no entanto, que ele tivesse uma existência no extremo oposto, irrepreensível como escrivão criminal e uma das mais impressionantes carreiras da história da MPB. 

Temperamental, irascível, implicante, de uma sinceridade que muitas vezes lhe trazia problemas irremediáveis, desafetos e inimigos, perfeccionista em seus ensaios e nos discos que gravava, o mulherengo Jacob, de intensos olhos verdes, foi um talento raro que viveu cada segundo como se fosse o último. Dizia que as cordas do seu bandolim não eram de aço, mas feitas das fibras do seu coração. O mesmo órgão que o matou, aliás, ajudado pelo comportamento passional e emotivo que fez dele um dos personagens mais polêmicos e interessantes da música brasileira. Em paralelo a uma vida tão dramática, Jacob do Bandolim deixou uma obra singular, única e irretocável na história do choro. Tudo isso está contado em detalhes nesta biografia indispensável.


“Jacob toca Jacob. Os outros tocam bandolim. ”

— Radamés Gnattali, maestro e compositor


“Um olhar de Jacob dirigido a um músico que errou durante uma execução era mais violento do que qualquer espinafração.”

— Sérgio Cabral, crítico musical


“Meu pai morreu sem gostar de um único disco sequer que ele tinha gravado.”

— Elena Bittencourt, filha


“Vibrações é um dos discos mais perfeitos já realizados no país e um caso raríssimo de unanimidade na discografia brasileira.”

— Henrique Cazes, bandolinista e biógrafo do choro


“O que mais me impressionou em meu pai foram o caráter e a firmeza do seu ponto de vista e, sempre, sempre, a incrível e neurótica sensibilidade musical. A música, para ele, era um outro mundo. Com certeza, o único mundo real. ”

— Sergio Bittencourt, filho


Visionário dos Quadrinhos

José Luis Salinas

Formato: 14x21 cm, 252 páginas

Preço: R$ 54,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

Há quem afirme que José Luis Salinas tenha sido o maior quadrinista argentino de todos os tempos, embora não tenha construído uma obra de conteúdo nacionalista. A explicação para isso estava no fato de ele ser um artista do mundo. E que trabalhou para o mundo. Seus quadrinhos de The Cisco Kid e Dico, o artilheiro, distribuídos para todo o planeta pela agência americana King Features Syndicate, romperam barreiras e fizeram de seu traço uma referência internacional. Quem fez quadrinhos nas décadas de 1950 a 1970 e não sofreu influência dele? A lista vai de Frank Frazetta a Paolo Eleuteri Serpieri, entre tantos. Nesta primeira biografia do artista, escrita por um brasileiro, mas com o apoio de argentinos, o leitor conhecerá toda a grandiosidade de Salinas. E ficará estarrecido em perceber por que alguém tão importante é, até hoje, um desconhecido em seu país.