A Bastarda de Deus

A Bíblia e a cultura da violência contra a mulher

Formato: 14x21 cm, 256 páginas

Preço: R$ 54,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)

O culto vulgar da Bíblia como um livro sagrado e onde estão todas as verdades do mundo estabelecida por um deus supremo e inquestionável provocou sentimentos negativos referentes à mulher. Como pregar o estupro, o linchamento e o assassinato por adultério sem punição. Tem sido assim há milhares de anos. O mais grave foi criar a imagem da pecadora. Os primeiros estudos analíticos dos textos sagrados apresentam certa indiferença à condição feminina, como se a mulher não tivesse importância alguma. Depois, existe uma espécie de fingimento e alienação sobre o tema: os textos que infamam a mulher passaram a ser meramente "simbólicos", como se os símbolos nascessem do nada, sem relação com o social, a vida. Além de tratar com profundidade sobre a cultura do ódio pregado pelo mais famoso livro do mundo, este volume destaca a visão misógina de filósofos, santos, papas e teólogos sobre a condição feminina, a priori considerada a porta do "pecado". Uma obra provocadora, contundente e que todas as mulheres estão convidadas a ler.



Cangaço

A milícia do coronelismo

Formato: 14x21 cm, 120 páginas

Preço: R$ 44,90 (FRETE GRÁTIS PARA TODO O BRASIL)


Você vai repensar tudo que sabe ou ouviu sobre o cangaço depois que ler este livro. Exemplos? Os cangaceiros não contestavam o sistema, não praticavam a guerrilha, não representavam os oprimidos. Apaniguados com a polícia, de quem compravam boa parte de suas armas, representavam, na realidade, os interesses dos coronéis, funcionando como instrumentos de domínio e intimidação da população pobre nordestina. Em vez de guerrilha, os cangaceiros praticavam banditismo de controle social, em uma região marcada pela questão fundiária e pela fome. Antonio Silvino, Corisco, Lampião: a análise vigorosa de Júlio José Chiavenato transforma esses heróis populares da lenda em pobres homens famintos, impiedosamente descartados com o advento do Estado Novo e a alteração do quadro político que se deu naquele momento. Porque, segundo Chiavenato, desde o descobrimento do Brasil, a solução oficial para a tensão social é a matança de pobres, começando com os massacres de índios, em seguida de escravos, passando por movimentos como a cabanagem e a balaiada, para culminar, nos dias que correm, com os assassinatos impunes nas favelas cariocas e em outros grandes centros brasileiros.