Quem faz a Noir são eles.

Podem ser inéditos, diferentes, interessantes, ousados. Ou tudo ao mesmo tempo.

Esse time confere a alma que uma editora transgressora precisa ter. Conheça um pouco sobre nossos autores.

Alexandre Augusto
Alexandre Augusto

Alexandre Augusto sempre foi um profissional da palavra escrita. Formado em jornalismo pela UFBA, escreveu, ainda na faculdade, a biografia do cantor carioca Moreira da Silva, indicada ao prêmio Jabuti. Morou na África, em Angola, escrevendo reportagens sobre a guerra do país, dormindo em trincheiras e acompanhando os conflitos de perto. Em Mulheres de Pedra, sua estreia como fotógrafo, Alexandre Augusto troca as palavras pelas imagens com a habilidade de um contador de histórias. Cada foto é como um capítulo de uma narrativa que nos transporta para a realidade dos personagens. Exercendo a sua paixão por fotografia, o jornalista Alexandre Augusto nos prova mais uma vez que fotografar é, antes de tudo, a arte de contar histórias.

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Carlos Castelo
Carlos Castelo

Está radicado em São Paulo desde 1961. É um dos idealizadores do grupo de humor musical Língua de Trapo, que acabou virando ícone da “vanguarda paulista”, nos anos 1980, junto a colegas do curso de jornalismo, num estilo que misturava rock, samba e humor. Usava então o pseudônimo Carlos Melo - além de batizar o grupo, escreveu grande parte das letras e criou esquetes. Suas primeiras crônicas apareceram na grande imprensa no início dos anos 1980, na coluna "Antena" do Caderno 2 de O Estado de S. Paulo. Colaborou ainda com Playboy, Jornal da Tarde, VIP, O Pasquim, O Planeta Diário, Caros Amigos, entre outros. Atualmente escreve a coluna semanal "Crônica por Quilo", no Estadão, e é colunista das revistas Rubem, Propaganda e Bravo!. Numa carreira como publicitário desde 1988, atuou em várias agências da capital paulista.

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Catulo da Paixão Cearense
Catulo da Paixão Cearense

Catulo da Paixão Cearense (1863-1946) foi único em seu tempo. Antes das invenções do rádio e do disco, ele reinou absoluto como o senhor das serenatas, com seu inseparável violão – instrumento que levou para os salões nobres da República. Publicadas pela primeira vez em livro, essas deliciosas e irresistíveis memórias musicais e poéticas, temperadas com seu dom único de contador de causos à luz de velas, são um documento precioso para a história da música popular brasileira. O autor de Luar do Sertão e Flor Amorosa relembra sua vida boêmia a partir dos amigos mais queridos e personagens importantes da vida nacional, inclusive Presidentes da República. São textos marcados pelo humor, construídos com lirismo e poesia, que o revela o grande poeta popular como um mestre da prosa. Uma obra-prima do memorialismo com a marca da Noir.

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Daniel Brandão
Daniel Brandão

Está no mundo das HQs desde 1996 como ilustrador, educador e empresário. Trabalhou com diversas editoras, nacionais e internacionais (DC Comics, Marvel, Dark Horse, Abril e Maurício de Sousa Produções). Ganhou quatro prêmios HQ Mix (2002, 2005, 2006 e 2017). Em 2016 ganhou o prêmio Al Rio. Criador da personagem Liz, que já foi tema de seis livros autorais. Desde janeiro de 2018 publica diariamente a tira Os Mundos de Liz no jornal O Povo. Seu estúdio em Fortaleza, CE oferece cursos de histórias em quadrinhos, desenho e mangá desde 2002.

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Daniel Navarro Sonim
Daniel Navarro Sonim

Nasceu em São Paulo (SP). É jornalista e escritor. Publicou, com José da Conceição, Cinzas do Juquery – os horrores no maior hospital psiquiátrico do Brasil (Noir, 2020) e, com Walter Farias, O Capa-Branca – de funcionário a paciente de um dos maiores hospitais psiquiátricos do Brasil (Terceiro Nome, 2014). O Capa-Branca também foi lançado na Argentina com o título de Atrapado en la locura – de enfermeiro a paciente de un manicomio en Brasil (Editorial Topía, 2019). Apresenta as histórias dos livros no Brasil e no exterior em universidades, escolas, hospitais e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Mantém o blog Menos Lixo, Por Favor! e dá palestras sobre sustentabilidade. Já completou seis maratonas e duas ultramaratonas de 75 km cada.

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Eduardo da Silva Pereira
Eduardo da Silva Pereira

Eduardo da Silva Pereira, nasceu em Aracati, cidade do estado Ceará. Tem formação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Ceara, Audiovisual pela Escola de Cinema da Vila das Artes. É ex-professor do ensino primário e diretor da Biblioteca Municipal de Fortaleza e da Gibiteca da cidade de Fortaleza - espaço que dirigiu por duas vezes. É pesquisador de quadrinhos e, no momento, escreve a biografia do artista americano Bill Finger, um dos criadores de Batman.

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Eduardo Filipe
Eduardo Filipe "Sama"

Enquanto Eduardo tem no currículo experiências de trabalho em TV, teatro e cinema, Sama, seu alter-ego mais subversivo é artista plástico e autor de HQ. No Brasil, Sama já publicou nas revistas Piauí, Lado 7, Argumento e General, além das antologias de HQ: Heavy Metal, Irmãos Grimm em Quadrinhos, Tarja Preta, Goldem Shower, O Mundo Segundo Jouralbo, Revista Prego, entre outras. Levou o primeiro lugar no XV Salão Carioca de Humor com o trabalho “Bradesco Bin Laden”. Em 2011 lançou seu primeiro álbum: “A Balada de Johnny Furacão”. Na Europa foi publicado pelas portuguesas Vice e FlanZine, na França seu trabalho apareceu na Gazette de La Lucarne e na revista Papier. Em 2013 expôs no IX Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja (Portugal). Como autor independente publicou o livro de arte “Belles de Jour”, as HQs “Caderno do Sama”, “La Dolce Vita”, “Xmas Thing”e a primeira versão de “Mondo Sama”. Em 2015 sai em Portugal o livro “A Entrevista”, um “spin–off” da animação “Motel Sama”. Em 2017 participa do Festival Internacional de Amadora, em Portugal, com o trabalho “Contra a Tarifa”, história curta que integra sua publicação independente “Nada a Temer”, de 2016.

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Gabriel Priolli
Gabriel Priolli

É jornalista, consultor político e diretor de televisão. Nascido e radicado em São Paulo, atuou nos principais veículos da mídia impressa brasileira, entre eles a Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde, Veja, Gazeta Mercantil, Época e Carta Capital. Atualmente é colunista na revista Imprensa e no blog Nocaute. Na mídia eletrônica, trabalhou na TV Globo, TV Record, TV Bandeirantes e TV Gazeta, e teve funções variadas na TV Cultura, da reportagem à direção de programação, jornalismo e rede. Professor por 25 anos na PUC-SP, com passagens pela FAAP e FIAM, foi um dos organizadores da Televisão Universitária no país, sendo fundador e primeiro presidente da entidade do setor, a ABTU. Foi membro do Conselho de Comunicação Social, do Congresso Nacional; do Conselho Superior de Cinema; e do Conselho Consultivo do Sistema Brasileiro de TV Digital. Dirigiu ou colaborou em 19 campanhas eleitorais. É autor de O Campeão de Audiência (Best-Seller/Summus), biografia do dirigente global Walter Clark, e coordenador de A Deusa Ferida (Summus), estudo sobre a audiência da emissora-líder do país, além de centenas de artigos para imprensa e publicações técnicas e acadêmicas.

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Gonçalo Junior
Gonçalo Junior

Gonçalo Junior é jornalista. Vive em São Paulo desde 1997. Trabalhou nos diários Jornal da Bahia, Tribuna da Bahia, Bahia Hoje, Gazeta Mercantil e Diário de S. Paulo. Foi editor das revistas Personnalité(Trip) e Brasileiros. Colaborou em Playboy, Trip, Cidade Jardim, Entrelivros, Bravo!, Imprensa, Audi, MAG e Nossa História e no jornal Folha de S. Paulo. É autor de 32 livros. Entre eles, País da TV (Conrad), O Homem-Abril (Opera Graphica), A Guerra dos Gibis (Companhia das Letras), Enciclopédia dos Monstros (Ediouro), Alceu Penna e as Garotas do Brasil (Manole), …E Benício Criou a Mulher (Opera Graphica), Maria Erótica e O Clamor do Sexo (Peixe Grande), A Morte do Grilo (Peixe Grande), Quem Samba tem Alegria (Civilização Brasileira), É uma Pena não Viver (Planeta), Eu Não Sou Lixo (Noir) e A Subversão Pelo Prazer (Noir).

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Gustavo Machado
Gustavo Machado

Gustavo Machado é ilustrador, animador e um dos mais importantes quadinistas brasileiros dos últimos 40 anos, responsável, entre outors, pelos quadrinhos do Sítio do Pica-pau Amarelo da década de 1970. Teve diversas histórias eróticas e de terror publicadas pela Editora Grafipar e, mais tarde, atuou no mercado publicitário. Entre seus muitos trabalhos nos quadrinhos destacam-se Zé Carioca, Os Trapalhões, Sergio Mallandro, Gugu, Corcunda de Notre Dame, Hércules, Mulan e Tarzan. Recentemente, concluiu Isso não é um assassino, quadrinho que homenageia os 50 anos de morte do pintor René Magritte.

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José da Conceição
José da Conceição

Baiano de Buerarema (BA), é autor de livros publicados de maneira independente e publicou, com Daniel Navarro Sonim, Cinzas do Juquery – os horrores no maior hospital psiquiátrico do Brasil (Noir, 2020). Enfermeiro aposentado com pós-graduação em licenciatura, deu aulas e ministrou palestras e para profissionais da área da saúde e estudantes em universidades e em escolas de enfermagem. Ingressou em 1970 no Complexo Hospitalar do Juquery, em Franco da Rocha (SP), onde passou 27 anos como atendente e auxiliar de enfermagem, e trabalhou por onze anos no Hospital Geral de Taipas, na Zona Norte da capital paulista.

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Julio Chiavenato
Julio Chiavenato

Júlio José Chiavenato nasceu na cidade de Pitangueiras (SP), em 1939. Sua família se mudou para Ribeirão Preto em 1952. Como jornalista, começou em 1965 no jornal "O Diário", de Ribeirão. Nessa localidade, atualmente é colunista de "A Cidade". Foi ainda repórter da edição gaúcha do "Coojornal", na década de 1970, quando começou a se dedicar a livros de história. É autor de 47 livros sobre o Brasil e a América Latina, entre os quais "Genocídio Americano: A Guerra do Paraguai", "As Meninas de Belo Monte" e "Massacre da Natureza".

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Julio Shimamoto
Julio Shimamoto

Não são poucos os que consideram o paulista Júlio Shimamoto o maior desenhista de quadrinhos do Brasil de todos os tempos. Sobram motivos para isso. Poucos atingiram um traço tão personalizado e marcante. Raros dominaram a narrativa sequenciam como ele ou ousaram experimentar tantas variações e técnicas. Às vésperas de completar 60 anos de carreira, enche de orgulho a Noir com sua presença. Mais conhecido por seus trabalhos no gênero terror, estreou profissionalmente como desenhista de histórias em quadrinhos em 1959, pela Editora Continental/Outubro, onde desenhou a primeira HQ do Capitão 7, personagem surgido na televisão. Em seguida, participou do movimento da CETPA (Cooperativa e Editora de Trabalho de Porto Alegre-RS), em 1962, que pretendia estabelecer uma produção nacional. Desde então, participou de todas as grandes editoras brasileiras de quadrinhos – Vecchi, RGE, Grafipar, D-Arte, Devir, Opera Graphica etc.

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Marcus Ramone
Marcus Ramone

Cearense de nascimento, mas alagoano de coração, é mais um que foi alfabetizado lendo quadrinhos – em especial os da Disney e da Turma da Mônica. É um dos “tampinhas” da equipe do site UniversoHQ, tem formação em marketing, abraçou o jornalismo e é um boa-praça por excelência. Mas se quer vê-lo sair do sério, basta falar mal do Flamengo (mesmo se o time não estiver jogando nada) ou copiar algum artigo seu sem autorização. Seus textos para o site se tornaram referência para pesquisadores e fãs de quadrinhos, pela riqueza de detalhes e precisão de suas informações. Somam-se a isso os temas sensíveis e curiosos que encontra em sua vasta coleção de gibis. São quase-crônicas, deliciosas, carregadas de nostalgia e magia que só as revistinhas ilustradas conseguem trazer.

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Nadia Virginia Barbosa Carneiro
Nadia Virginia Barbosa Carneiro

Baiana de Salvador, é doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo (2003). É professora titular da Universidade do Estado da Bahia – UNEB. A formação em Filosofia, com ênfase na Filosofia da Arte a aproximou do olhar sobre a cidade, fotografia, imagem, imaginário e audiovisual na contemporaneidade. Colabora na TV UNEB, idealizou e apresenta o programa “NadiaViCronicaMente”, onde lê as crônicas que escreve. É poeta, cronista e artista visual com diversos livros publicados, exposições fotográficas e vídeos.

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Pierre Mikhaïloff
Pierre Mikhaïloff

Músico, escritor, jornalista e roteirista Pierre Mikhaïloff nasceu na efervescente Paris dos anos 1960. Nos idos de 1980 se torna guitarrista da seminal banda Les Désaxés (Os Desajustados) com relativo sucesso na época. Na década seguinte colaborou com diversos cineastas criando trilhas sonoras para filmes do circuito alternativo francês. Em 2003 inicia uma série de entrevistas que resultam em seu primeiro livro Some Clichés, une enquête sur la disparition du rock’n’roll, lançado em 2006. A partir daí começa a publicar regularmente livros sobre rock e cinema, como Jane Birkin: Citizen Jane, de 2010. Seu mais recente livro é o romance Race Whit The Devil, que conta a história de motoqueiros rockers na Paris da década de 1970.

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Raul Moreira
Raul Moreira

Baiano, Raul Moreira é jornalista, roteirista, cineasta e crítico cinematográfico. Dirigiu o dramaturgo Plínio Marcos no espetáculo Tarô Mágico (1992). Depois, seguiu o circo da F1 nos anos 1990 mundo afora. Na Itália, onde se fixou, foi correspondente e colaborador da Folha de S.Paulo, Diário Lance!, Correio Braziliense, Estado de Minas e A Tarde, entre outros.

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Raul Pederneiras
Raul Pederneiras

Ele foi o primeiro grande gênio dos quadrinhos brasileiros, quando essa arte tinha apenas dez anos de idade. De 1905 a 1935, publicou centenas de páginas na Revista da Semana, em que influenciou a primeira geração de quadrinistas brasileiros, com um jeito revolucionário de compor suas páginas e quadrinhos. Três décadas antes de Will Eisner, ele já explorava as onomatopeias e os títulos para compor as aberturas das histórias. Um tema predominava em suas histórias: o cotidiano delirante, quase surreal, da burguesia carioca, com seus hábitos, moralismos e atitudes hipócritas. Irmão do lendário poeta Mário Pederneiras, ele iniciou sua carreira em 1898, no diário O Mercúrio, jornal impresso em cores que circulou no Rio de Janeiro de fins do oitocentos, e, durante toda vida, manteve uma extensa e assídua participação em diversos periódicos cariocas, como a Revista da Semana, O Tagarela, D. Quixote, Fon-Fon, O Malho e o Jornal do Brasil. Um talento fora do comum que a Noir tem a honra de trazer de volta.

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Richard Foster
Richard Foster

Richard Foster vive em Richmond, no estado da Virgínia, onde trabalha como editor-assistente da revista Style Weekly. Também foi repórter dos jornais Richmond Times Dispatch e Roanoke Times. Ainda estudante de jornalismo,tornou-se o primeiro repórter a contatar a reclusa Bettie Page. Outras celebridades que Foster entrevistou vão do patriarca da Marvel Comics, Stan Lee, ao líder do Nine Inch Nails, Trent Reznor, e à cantora-compositora Tori Amos. Foster é casado e tem dois gatos.

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Roberto Guedes
Roberto Guedes

Roberto Guedes atua desde 1988 como escritor, roteirista, editor, tradutor e pesquisador. Colaborou nas editoras Panini Comics, Myhtos, Ediouro, HQM, Opera Graphica, Biblioteca Nacional, Escala, Discovery, Minuano, Phenix, Ninja, Cena Editorial (Portugal) e Twomorrows Publishing (EUA). É autor dos livros Quando Surgem os Super-Heróis, A Saga dos Super-Heróis Brasileiros, A Era de Bronze dos Super-Heróis (vencedor do Troféu Bigorna 2008) e das biografias Stan Lee: O Reinventor dos Super-Heróis e Stan Lee: A Vida e a Obra do Criador dos Heróis Marvel. Meteoro, o Mascarado Voador é o seu personagem mais conhecido. Ganhou prêmios na área editorial, como o Angelo Agostini (2003), e o Troféu Jayme Cortez (2004). Desde 2012, é colunista e articulista da revista Mundo dos Super-Heróis, da Editora Europa.

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Suylan de Almeida Midlej e Silva
Suylan de Almeida Midlej e Silva

Doutora em Sociologia pela Universidade de Brasília (2008), com mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (1996) e graduação em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1992). Professora Adjunta do Departamento de Gestão de Políticas Públicas da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas da Universidade de Brasília (GPP/FACE/UnB). Ela se define como um pessoa otimista, idealista e aspirante a escultora. Vive em Brasília.

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TalessaK
TalessaK

TalessaK é paulistana. Ela se define como artista visual, quadrinhista, roteirista, ilustradora e animadora clássica. É autora de uma série de álbuns em quadrinhos: Memories, Minski, Olho verde e Cinco vermelhos. Segundo a artista, seus trabalhos são transmidiáticos, em que as narrativas das imagens impressas interagem com animações publicadas por ela na web. Seu último projeto, Sobre trilhos, foi contemplado pelo ProAC Editais de 2018.

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Wander Antunes
Wander Antunes

Escreveu e desenhou o álbum Memórias de chuteiras e o infanto-juvenil Nosferateen. Como roteirista no mercado brasileiro assinou A boa sorte de Solano Dominguez, Crônicas da província além da adaptação para quadrinhos de Clara dos Anjos, de Lima Barreto. Já na Europa, também como roteirista, teve os seguintes trabalhos publicados: Toute la poussière du chemin, Big Bill est mort, L`oeil du diable, Vieille Amérique e Un paradis distant.

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